Texto corrido, ciente...
Não tenho expectativas, mas penso em algo possível. Há sonhos possíveis de alcançar. Soam sempre a inacreditável na maioria das vezes, mas isso talvez aconteça porque nunca queremos acreditar que algo de realmente bom nos poderia acontecer. E as vezes isso quebra com tudo… A insegurança, a falta de confiança… Apesar de (na pura realidade) só podermos contar connosco próprios (“Tu tens de ser egocêntrico, porque nunca ninguém o vai ser por ti!”), há alturas fulcrais em que fazemos questão de nos fazermos mal. Sentimos que não merecemos pelo que somos, mas somos o que merecemos…e isso não tem sentido nenhum. Se até mesmo aquele que fez mal intencionado a determinada pessoa merece uma segunda oportunidade, porque não merecemos nós algo que sabe realmente bem? Sim, implica certos riscos, mas sem riscos a vida não teria sabor. E esses riscos…estão mesmo lá? São assim tão relevantes? Ou são apenas fruto da nossa incerteza e daquele medo exequível de falhar? Não serão apenas uma desculpa cobardolas para não seguir em frente?
